segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O Pesar Negro



 Sinto o pesar negro de suas pálpebras pranteadas
 Que exalam o teu ser de mim tão distante
 As lágrimas com seu rubor e ensanguentadas
 Demonstram o teu ser, tão conflitante

 Minha mente talhada em penumbra
 Teu choro acuado e tão etéreo
 Expõe a vastidão do meu ser docente
 Que ensinou-lhe esse amor que é tão venéreo

 Olhos que brilham tanto quanto a lua
 Paralisam o sol numa manhã
 Teus olhos, levou-me a boca tua
 Paralisou o meu ardiloso afã

 Procurei-te nas praças, nos bosques, nas relvas
 Apenas teu cadáver encontrei
 Na noite das insônias e ardores
 Tua face tão bela eu velei

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