quinta-feira, 24 de abril de 2014

Numa Madrugada Poética

  























 Busco um sonho distante
 Um amor inebriante
 P'ra pulsar meu coração
 Andejo pelas campinas
 Reflito sobre a triste vida
 E inundo-me de pranto em vão

 Ao fim de todas as tardes
 Dou adeus as claridades
 E aguardo o anoitecer
 Celebro a luz da lua
 Saudoso pela boca tua
 E vivo poeta a te enaltecer

 E faço da madrugada a vida
 Pois ela constrói minha lida
 Mas vivo triste e canto
 Um cântico de amor tão belo
 Enquanto nas noites te espero
 Voltar p'ra mim com teus encantos

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