terça-feira, 4 de março de 2014

Absinto ou A Fada Verde



Há uma luz verde 
No fim da estrada
Há uma luz verde
E não posso pegá-la

Há uma taça na mesa
Um corpo desejado
Alvos cabelos longos
Um copo para embebedá-lo

Corpo curvilíneo 
Ao toque umedecido
Enrijece de prazer

Que um dia te sacia
Os fracos gemidos
Cheirando a brisa fria

2 comentários:

  1. Isso lembra as viagens de absinto de Vincent Van Gogh. Muito bom.

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    1. Obrigado, agrada-me saber que gostou, inclusive, gosto muito de seu blog, por que deixaste de postar?

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